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M. Eugénia Prata Pinheiro

sábado, novembro 20, 2010

Anti-nato

Percebi no local que a manifestação/procissão tinha patrões/santos patronos.
E lá estava a polícia em força a proteger o patronato.
Quem não tivesse a bandeira certa, o cartaz com os dizeres oficiais e a disposição para rezar as orações canónicas estava marcado e impedido de avançar.

Só no fim puderam avançar os desenquadrados, os que achavam que os terroristas andavam pela FIL.Sem bandeira nem cartaz "autorizado" manifestei-me cá para trás. Pude apreciar a técnica do quadrado em memória de Aljubarrota ou das caminhadas dos devotos para a catedral da Luz ou para o Dragão, pude apreciar a provocação gratuita das forças policiais. Muito músculo pouco cérebro, terrorismo de uniforme e à paisana mas de idêntico formato. Grrrr

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