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M. Eugénia Prata Pinheiro

sábado, outubro 25, 2008

Um jardim no deserto - os lutadores criativos

Um modestíssimo contributo para a divulgação da bela luta dos professores pela dignidade profissional.

Os professores são modelos para a sociedade. Por extensão e inerência, a sua luta por uma escola pública democrática, uma gestão não-autoritária, uma avaliação profissional honesta e a substituição das políticas destrutivas do Ministério da Educação, é um modelo para todos os cidadãos oprimidos e violentados por este governo dito socialista.

Marcha profs 15Nov (grande)

O emblema (widget, badge, reminder ou o que lhe queiram chamar) aqui em cima foi construído sobre uma imagem vectorial para que possa ser ampliado sem perder qualidade e nitidez usando um editor de imagens ou um software DTP - programas de composição como, por exemplo, o Microsoft Publisher ou o Corel Draw.

Destina-se a chamar a atenção para a jornada de luta e protesto que os professores vão realizar no dia 15 de Novembro. Pode ser colocado em blogues ou sítios e permite uma impressão de alta qualidade em tamanho A4 (testado) e formatos maiores (não testado).

2 Comments:

Anonymous zedeportugal said...

Cara amiga,
No comentário que teve a atenção de deixar lá pelo meu sítio perguntava o que teria eu contra o acordo ortográfico.
Poderia responder-lhe jesuiticamente: - o que tem a minha amiga a favor do dito?
Mas como até já tive ocasião de explicar isso num postal, vou deixar-lhe aqui o linque do referido, desejando que possa ser-lhe esclarecedor da minha posição.

http://umjardimnodeserto.nireblog.com/post/2008/07/23/os-portugueses-ficaram-definitivamente-apatridas

Dito isto, despeço-me à brasileira com o seguinte escrito fonético, a partir do dito de uma amiga minha lá das terras de Santa Cruz, num dia em que a chuva nos pegou de surpresa: - Olha cara, eu vou mi já, qui já pinga.

Eh, eh, eh.

1:19 da manhã  
Anonymous setora said...

Também tenho pelo meu blogue textos na defesa dessa escrita acordada.
E, meu caro, cacofonias também as temos por cá. E as de lá são bem mais doces. Não li ainda o texto que me indica mas, se a sua pátria é a língua (como deduzo do título), veja como ela se alarga se nos aproximarmos de todos os que também a falam. Para que havemos de ser estreitinhos? E já viu mesmo as alterações propostas?
Um abraço transcontinental

12:25 da tarde  

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