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M. Eugénia Prata Pinheiro

quinta-feira, maio 06, 2010

Tremuras e ternuras

Uma jovem estrangeira, que parece ter trabalhado bem, confessa:

- Ó setora, quando uma professora que estava na sala avisou que tínhamos quinze minutos para acabar a primeira parte, eu ainda nem tinha chegado ao "funcionamento da língua". Fiquei a tremer até ao fim. Fiz tudo à pressa a partir dali...


Não seria possível construir uma Coisa de dimensão acertada? Será que se testa antecipadamente com crianças representativas do universo diverso a que a prova vai ser aplicada?

E há "ternuras".

Alguns professores aplicadores ficarão tentados a "comover-se" com a atrapalhação em que vêem os jovens e darão umas dicas. Ora. Não vão as crianças, a quem nunca foi exigido que descodificassem sozinhas os textos, as instruções para o trabalho, ficar traumatizadas! Não vão os professores ficar mal vistos, não vá a escola ficar mal no retrato... E, cá para nós, a prova do 4º ano puxava mesmo por estas "ternuras" tal a dimensão e dificuldade da obra...

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