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M. Eugénia Prata Pinheiro

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Sobre a avaliacão - que dúvidas?

Falo apenas sobre as dúvidas que transparecem nas conversas dos colegas contratados acerca da entrega ou não entrega dos objetivos individuais.

Pondo de lado dissertação sobre o que nesta profissão serão objetivos individuais, detenho-me apenas no assunto entrega.

Entregam e requerem a avaliacão no modelo ministerial. Querem ter Muito bom ou Excelente. Muitos destes contratados são muito bons ou excelentes mas a larga maioria não vai ter nada disso como notação. Há quotas. Ganharão Bom.

Entregam e não requerem a avaliacão que a simples entrega já os faz sentir na arena do circo. Ganharão Bom.

Se não entregarem, ou ganham na mesma Bom ou a coisa acabará por morrer tão torta como começou.

Então entregam para quê? Estará prevista a passagem de certidões de docilidade? E servirá para quê uma tal certidão?

Ensinaram-me, quando jovem, quando comecei a trabalhar ainda antes do 25 de Abril, que nestas situações não devemos ficar isolados. Se todos numa escola decidem batalhar pelo certificadinho de obediência, então entreguem todos. Este ensinamento vale para quando se é jovem. Alguns anos depois já saberão que ficar isolado nestas situações é uma obrigação para autopreservação da saúde física e psíquica.

E, se os colegas contratados têm memória, sabem o que aconteceu no ano letivo finado. A maioria das escolas decidiu atribuir Bom a todos, fossem maus, bons, muito bons ou excelentes. Nas que decidiram diferenciar, saíu a asneira a que a quota obrigou. Se a senhora ministra se gaba desta asneira, paciência. É a vida. Irá sempre gabar-se das asneiras...


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