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M. Eugénia Prata Pinheiro

quinta-feira, setembro 25, 2008

As contas do desastre

Furtei o post do blogue do Ramiro Marques. E, quando as contas são, por defeito, estas, ilegalmente - porque se contraria o regulamentado - sobrecarregam-se os horários dos professores com horas lectivas consideradas na componente não lectiva. E em defesa de tais manobras, argumenta-se que, actuando de acordo com o regulamentado, teria de se contratar mais professores. Despesa esta considerada inútil porque não tem qualquer importância criar as condições para que os alunos possam aprender.


Perguntem ao Pina. As contas do Reitor. Uma escola com 130 docentes gasta 29.640 euros a avaliá-los

Escadas de acesso a ponte pedonal no Entroncamento
O Pina fez as contas e concluiu que cada avaliado custa à escola 12 horas de trabalho. Uma escola ou agrupamento com 130 professores gasta 1560 horas de trabalho na avaliação dos professores. O Paulo Guinote afirma que esse número peca por defeito. Também acho. Ainda ninguém fizera as contas ao dinheiro gasto na empreitada. O Reitor fez. Aqui estão as contas: preto no branco e em euros.

Ora bem, não sei como o professor Pina foi buscar este valor de 12horas para avaliar cada professor. Partilho a opinião do Paulo de que o cálculo peca por defeito. Mas, se for este o número de horas necessário para avaliar um professor e se a escola tiver 130 como disse o Ramiro, serão necessárias 1560 horas.
E, enquanto uns olham para as horas e outros para os trovões que ribombam nos céus, convém não esquecer que horas são euros e trovoada pode dar choque...
Vamos ver então os "estragos":
12 horas por professor
130 professores da escola
Horas totais = 1560


Portantos, a estes preços, a escola vai gastar 29.640 euros / ano na avaliação dos seus 130 professores.

1 Comments:

Anonymous ramiro said...

Obrigado pela referência. As contas do Pina pecam por defeito. Avaliar um professor vai demorar muito mais do que 12 horas.

10:52 da tarde  

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