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M. Eugénia Prata Pinheiro

sexta-feira, outubro 26, 2007

Madrastas

Pus-me a atacar o conto. Que estava farta daquelas madrastas sempre muito malvadas, que estava farta daqueles reis ou príncipes que se apaixonam à primeira vista e casam com as meninas muito boazinhas e infelizes que dizem logo sim e vão ser rainhas ou princesas muito riquinhas e felizes para sempre, que estava farta...
Caíram-me em cima, sobretudo as raparigas. Assim é que estava bem. Uma garantia que as madrastas eram mesmo más, bastava avaliar pela dela.
Que trocasse por miúdos aquela maldade.
- Ora, manda-me sempre pôr a mesa!
- Essa agora! E a tua mãe não te pede que ponhas a mesa?
- A minha mãe manda-me ir estudar, manda-me ir fazer os trabalhos de casa!
Face a uma tão grande valorização do saber estive quase para arrumar as botas. Salvaram-me os que tinham mães que os mandavam pôr a mesa.

Como eu gosto de Os Bichos, do Dom Caio, da Tia Verde-Água, das histórias malucas das Papas Voadoras que o meu avô me contava!


4 Comments:

Blogger life with art said...

Conte, conte, setora, eu gosto!
Beijinhos,
Bom fim de semana, mas longe da bruxa malvada que nos atormenta nas escolas....

11:48 da tarde  
Blogger Setora said...

Bruxas, bruxas.
E bruxos.
Mas esses são outros contos fantásticos.

1:44 da manhã  
Blogger Crescer Sem Limites said...

Mas... Como era bom a vida ser um conto de fadas!

4:46 da tarde  
Blogger Setora said...

Mas esta gestão das leituras, com pouco tempo disponível, é um fadário.

Já fui ao seu crescer ...
Lá voltarei

12:20 da manhã  

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