Escola

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M. Eugénia Prata Pinheiro

sábado, fevereiro 28, 2009

Sobre o Conselho Geral

Um encarregado de educação, preocupado com as representações no CG(T), enviou-me por mail:



Estamos, na minha opinião, perante uma aberração.Num primeiro tempo uma qualquer organização formalmente representativa de pee, escolhe da forma que entender o(s) nome(s) a indicar em assembleia geral de pais e encarregados de educação. Ainda que esse(s) nome(s) tenham sido escolhidos em assembleia geral de pais e encarregados de educação, essa assembleia cinje-se, apenas, aos pee sócios duma determinada asociação ( e nada na lei determina como se deve efectuar a escolha; é uma questão que apenas diz respeito à associação). A escolha vai, portanto, depender de um número, por regra, muito restrito de pais. O que, maioritariamente, vai ocorrer é que a Direcção (ou quem, abusivamente, a domina) indica quem entender.
Numa segunda fase, e porque se trata de eleger os representantes dos pee da escola ou agrupamento, representantes de todos os pee e não apenas os que são sócios de Aps, é o órgão competente da Escola ou Agrupamento quem convoca a eleição, visto que a(s) APs não têm competência para convocar pee não asociados. Acontece, porém, que o processo já vem viciado de trás, visto que no acto de escolha para indicação da lista a eleger na futura Asembleia de todos os pais, não puderam deliberar todos estes. Apenas o podem fazer perante uma lista final para cuja constituição foram ignorados.
Considero, portanto, que este modelo de gestão não respeita o princípio da igualdade dos pee/cidadãos perante a lei, não respeita o princípio da proporcionalidade, não respeita o pleno direito para eleger e a para ser eleito
Na prática facilita o contrário do que o modelo de gestão afirma defender: o reforço da participação das famílias. A participação efectiva não tem condições (entre outras) de se realizar num contexto, que não legitima potenciais oportunidades favoráveis para a escolha dos representantes melhor preparados e isentos. Propicia, isso sim, a emergência de pee condicionados a uma sucessão de interesses mais ou menos alheios à identidade e ao interesse das famílias
Este processo eleitoral adoptado para os pee não é legítimo. Porque não foi definido um processo análogo ao da eleição dos docentes e não docentes?

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Quadro de Honra


Não entregou OI?

Inscreva-se nesta lista - basta enviar mail para o endereço profsmovimento@gmail.com.

Concurso

Cá fica o acesso ao decreto-lei 51/2009. É de hoje, 27 de fevereiro.

Atenção às disposições transitórias. Embora ainda não tenham enterrado estes simplex e ressimplex, não contabilizam pontos dos atabalhoados excelentes e muito bons atribuídos na "aplicação" do simplex de 2008.

Mal fora que os contassem, seriam mais processos a entrar em tribunal.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Mais talibanismo

Falei há dias do estimado Joe que conseguiu o congelamento do pagamento do empréstimo que obtivera da Caixa Geral de Depósitos; dei agora conta de história semelhante com um tal senhor Fino, mais um com ligações ao BCP - aqui o negócio foi com ações da Cimpor, negócio que mais uma vez deixará a CGD a arder.

Quanto ao BPN cada vez fica mais claro que ocuparam aquilo para impedir que se conhecessem as vigarices e os vígaros. Até o Franco que resolveu usar de franqueza e começar a contar as histórias é ameaçado pelos homens de mão do Banco de Portugal.

Ouvi nas notícias da noite a triste história de uma enorme quantidade de pequenas empresas dedicadas a energias alternativas com fim à vista anunciado por uma indecente manobra "de faz de conta que se promovem as energias alternativas". O nosso homem de nariz crescendo faz discurso ilusório apregoando descontos em sede de IRS para quem instalar uns painéis solares lá em casa mas, vai-se a ver, a coisa só funciona com duas ou três empresas em regime de protetorado governamental.

Esta seita tem cá um radar! Para os amigos é "fartar vilanagem". Os outros que se danem.

Dos processos de averiguação em curso desconfio que se trata apenas de descobrir o paradeiro do bull dog francês do tio.

Profes drenados, enlutados, amordaçados - dass

(Lusa) - A directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, garantiu hoje à Lusa que nenhum professor de Paredes de Coura foi obrigado a participar no desfile de Carnaval.

Sublinhou, no entanto, "que o cortejo teria forçosamente que sair à rua".

"A DREN [Direcção Regional de Educação do Norte] nunca mandou alterar uma decisão do Conselho Pedagógico do agrupamento. Apenas determinou que o cortejo teria que ser feito, fosse com os professores, fosse com os pais, fosse com a comunidade, fosse com a própria DREN", frisou Margarida Moreira.

Os professores do Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura participaram hoje no desfile de Carnaval vestidos de preto, amordaçados e acorrentados, no que consideraram forma de protesto por alegadamente terem sido "obrigados" pela DREN a promover aquela actividade.

"São coisas de Carnaval", minimizou Margarida Moreira, dando conta da sua "satisfação" por o cortejo se ter realizado e, assim, "não terem sido defraudadas as expectativas dos alunos".

Questionada sobre eventuais penalizações para os professores que não participassem no cortejo, Margarida Moreira escusou-se a responder, alegando que não se pronuncia sobre hipóteses.

"Eu apenas disse à presidente do Conselho Executivo que tivesse presente que tem uma escola pública nas suas mãos e que, a partir daí, decidisse por ela, mais nada", acrescentou.

Os professores daquele agrupamento tinham decidido, em Conselho Pedagógico, cancelar o desfile de Carnaval, alegando falta de tempo para o preparar.

Margarida Moreira admitiu que aquele agrupamento tenha uma "overdose" de actividades programadas (174) e que, por isso, tenha que cortar algumas.

"Nunca no desfile de Carnaval, porque o entusiasmo dos miúdos não podia ser defraudado", disse.


Nota: Por que não foram à lampreia? Vêem como era excelente sugestão.

Posto isto, só posso sugerir que mantenham o desfile carnavalesco até ao final do ano.

A reboque do MN

(Lusa) - Os professores do Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura participaram hoje no desfile de Carnaval vestidos de preto, amordaçados e acorrentados, que consideram como "forma de protesto" por terem sido obrigados pela DREN a promover aquela actividade.

"Vou mascarada de presidente do Conselho Executivo, ou seja, amordaçada e acorrentada, sem qualquer autoridade e muitas vezes até sem poder falar", disse, à Lusa, a responsável do agrupamento.

Cecília Terleira falava antes de pôr uma mordaça preta na boca, que manteve ao longo do desfile carnavalesco.

Desfilou ainda com as mãos acorrentadas, acompanhada dos restantes professores, todos igualmente trajados de negro e alguns também acorrentados e amordaçados.

Os professores afirmaram que participam neste desfile porque foram "obrigados" pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN).

"Vamos contrariados e desmoralizados, mas vamos, porque fomos obrigados a ir por uma determinação da directora regional", afirmou Cecília Terleira.

Os professores daquele agrupamento tinham decidido, em Conselho Pedagógico, cancelar o desfile de Carnaval, alegando falta de tempo para o preparar.

Os docentes queixam-se de estarem "atafulhados" de trabalho, com os processos de eleição do Conselho Geral e do director do agrupamento, as provas assistidas e a avaliação do desempenho, e ainda as provas de aferição e exames nacionais.

No entanto, a Associação de Pais do agrupamento já se tinha insurgido contra o cancelamento do desfile e chegou mesmo a ameaçar com manifestações públicas de protesto, considerando que os professores estavam a usar os alunos como "armas de arremesso" contra o Ministério da Educação, por causa do processo de avaliação de desempenho.

Terça-feira, a directora Regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, determinou, através de um e-mail, a realização do desfile.

"Determino o cumprimento das actividades com os alunos previstas para esta época", refere o e-mail.

Por isso, os professores desfilaram hoje com a palavra "determino" nas costas e com cartazes com a frase "De luto mas em luta".

"Os professores preferiram ceder à determinação da DREN do que colocar em causa o meu lugar de presidente do Conselho Executivo. Por isso, embora completamente contrariados, cá estamos todos a 'festejar' o Carnaval", afirmou Cecília Terleira.

Durante os últimos dias, Cecília Terleira tinha sido "proibida de falar" à comunicação social sobre esta polémica.

A Lusa tentou ouvir Margarida Moreira sobre este assunto, mas sem sucesso até ao momento.

Democratas de última hora...

Tão curiosa como esta atividade da dona Margarida é a pose "democrática" porque dá jeito.

Desde há uns meses que se lê, é citado e coberto de encómios pela blogosfera... agora até vai ouvir pedagogos. Parece que anda a aprender a distinguir poder teocrático, hierarquia burocrática e democracia! Que lhe faça bom proveito e que consiga aguentar a máscara por muitos e duradouros carnavais.

Mas eu que o conheço vejo-o como alma gémea da dona Margarida. Um belíssimo par de ...

La Tourette nos acuda...


Aqui está. E o mais grave não é a dona Margarida não saber escrever. O mais grave é não saber pensar, não saber os limites das suas competências.

Cavalgadas

Uma "diretora regional" pretende obrigar professores de Paredes de Coura a fazer um desfile carnavalesco e "proíbe" a presidente do conselho executivo do agrupamento de prestar declarações. Pais decidem que é fundamental para a vida das crianças o desfile carnavalesco.

Ora eu que conheço bem Paredes de Coura, uma terra bem bonita, se fosse professora em tal agrupamento, aproveitaria bem o dia. Ao almoço uma bela lampreiada que se arranja por lá de estalo. E depois iria assistir ao desfile - os pais, garbosos, com os meninos pela mão numa linda folia familiar que as crianças adorariam já que não é frequente terem oportunidades destas. E encabeçando o desfile imagino que teria o gosto de ver a dona Margarida, a tal senhora que parece que é diretora regional, no estilo majorette. Ainda daria tempo para uma passeata tranquila à beira rio para amainar a galhofa. Dia bem passado.

E o carnaval ainda vai no adro. De diretores regionais passamos para procuradores gerais. A coisa fia mais fino. Animaram a festa em Torres Vedras. Se eu fosse frequentadora destes carnavais iria de certeza divertir-me com a quantidade de becas desfilantes lado a lado com montes de narigudos.

O carnaval das negociações ME/Sindicatos ficará para depois...


segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Que é isso de lei?

Professores que acham inútil verificar da constitucionalidade das leis serão professores de quê? Serão mesmo professores?

E aqueles senhores funcionários das DREs que se excitam clamando castiguem-se os que não entregaram OIs também não sabem que fazer com a lei. Não há nada na lei que imponha entrega de OIs. O simplex e o ressimplex são ilegais. Mas os senhores insistem - castiguem-se, castiguem-se.

Consta que é mesmo o verbo castigar que usam. Um dia destes sairá um despacho impondo o uso de orelhas de burro para os professores "faltosos". Ou, à moda da minha escola primária, os professores "faltosos" circularão com a fichinha de inscrição de OIs (deve haver uma fichinha) em branco presa com uma mola nas costas. Ou uma estrela na testa, ou..., ou... E que tal umas cenas de apedrejamento?

domingo, fevereiro 15, 2009

Amigos que se avaliam

O que se segue foi publicado em finais de junho de 2008. Cá vai.

A biografia de José Sócrates, da autoria da jornalista Eduarda Maio, foi apresentada esta segunda-feira para uma plateia que surpreendeu pela ausência de todos os ministros do actual Governo, refere a Lusa.

O ex-ministro e ex-secretário-geral do PSD, Dias Loureiro, discursou durante a sessão de apresentação e revelou que a afectividade do actual primeiro-ministro foi a característica que mais o «emocionou» na leitura do livro «Sócrates - o menino de ouro do PS».

«O lado dos afectos foi dos que mais me emocionou, o seu amor pela sua terra. Estão em Vilar de Maçado os valores que o amarram à vida. Há duas coisas que não podemos escolher: os nossos pais e a terra onde nascemos. Temos a obrigação de respeitar essa herança, amá-la e transmiti-la», afirmou.

Entre elogios de «enorme generosidade», «sensatez», «prudência», «coragem» e «capacidade de liderança», Dias Loureiro classificou Sócrates como um «homem trabalhador» e um «homem de detalhes»: «Só quem está atento aos detalhes pode fazer grandes coisas. Essa é uma característica dos grandes homens».

Pronto, estes são os nossos grandes homens!

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

As notas

Recebi por mail:

Fui ao teu blogue espreitar e
isto de ser cidadã titular faz doer muito!
Não percebo por que é que a ministra está tão preocupada com as avaliações.
Cá para mim basta essa reunião para pôr as notas.
Mas hoje também me foi dado fazer a avaliação do presidente da república:
Não é que o homem foi ver a exposição do Darwin acompanhado de biólogos e homens da ciência e o comentário foi:
Está a nível internacional, os portugueses podem ficar orgulhosos com esta exposição!
E a biologia?, a figura de Darwin?, a passagem e correspondência com naturalistas de Cabo Verde?, o incentivo a que os portugueses entre os 5 e 90 anos fossem ver a exposição?
Pois também lhe dei a nota.
Vou agora a uma conferência. Até estou com medo de também ter que lhes dar a nota.

Olh'a desmontagem das "leis"

Furtei da educação do meu umbigo.
Cá fica para consulta o parecer preliminar de Garcia Pereira
Espantou-se com o que foi lendo e estudou profundamente todo aquele inconsistente e ilegal edifício

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

O pão

Esperavam pela reunião do Conselho Pedagógico e manifestaram incómodo. Oh, que chato, o homem já chegou! Quem era o homem? O pai, o encarregado de educação, só traz assuntos que não interessam e ali fica a moer...Perdemos tempo, imenso tempo e com coisas importantes para tratar.

- Assuntos que não interessam? Por exemplo?

O pão, a falta de pão na cantina. O homem levara o problema para a mesa da reunião, mesa que só está habituada ao papel. Assunto desinteressante, pois.

Ouvira nesse dia um aluno reclamar por não ter tido pão junto da funcionária que percorria ao meu lado o pátio e que faz trabalho na cantina. A senhora retorquira que o que ele queria era fazer sanduiches e que não podia ser. Ele desandou, nós seguimos caminho e eu manifestei estranheza. Aprendera há muito que muitos dos alunos, com grande sentido de autodefesa, quando não conseguiam, ao almoço, comer tudo o que tinham no prato abriam um pão e enfiavam lá para dentro as sobras. Vi fazer sanduiches de arroz que eram gostosamente papadas ao lanche. Não, não pode ser, ó setora, as sanduiches, bem calha, nem são para eles, são para os que estão cá fora e nem senha de almoço têm...

Não há sanduiches para ninguém, pronto.

Com tantos alunos por ali que pouco comem, onde alguns, sabiamente, ao pequeno almoço comem um resto de massa cozida - o jantar da véspera, montes de meninos magricelas à nossa volta, não há pão, não há sanduiches para ninguém.

Lembro-me de quando há uns anos, por prémio de uma editora, levamos vinte e tal alunos à Eurodisney, diante das pilhas de excelentes croissants e múltiplas iguarias servidas ao pequeno almoço naquele hotel de quatro estrelas onde nos alojamos, os jovens comiam um pãozinho e meio copo de sumo ou de leite porque não suportavam comer mais, os estomagos não tinham capacidade, ficariam, tinham a certeza, indispostos. Claro que a meio da manhã aceitavam sem discussão os frutos secos que íamos distribuindo. O magro pequeno almoço já se gastara.

Esta é uma das tais escolas onde seria indispensável fornecer almoço a todos os alunos. Todos deveriam ter acesso a almoço gratuito. E para os que quisessem um pão a meio da manhã e a meio da tarde. Mas isto é o que eu acho, eu que me entretenho com estas coisas mesquinhas.

Pão, almoço, perdas de tempo... Não há pachorra.

Post Scriptum: Descobri que há escolas onde, a meio da manhã, os alunos que queiram tomam leite e comem pão com manteiga - gratuitamente, claro. E que há escolas onde, se algum professor ou funcionário referencia um aluno mal alimentado, é-lhe de imediato providenciado o acesso às refeições. Descobri que há Escolas com Gente lá dentro.

Olh'a lei!

Furtado da Educação do meu umbigo:


Para apresentação da versão final do parecer preliminar do doutor Garcia Pereira sobre o Estatuto da Carreira Docente e o modelo de Avaliação do Desempenho Docente, mai’la questão magna dos Objectivos Individuais.

Lisboa

Hotel Altis, Sala Milão

13 de Fevereiro

14.00 horas

Estão todos convidados, imprensa e demais interessados. Embora a capacidade da sala seja limitada, o espaço envolvente é amplo, agradável e propiciador a amenas trocas de impressões.

Adenda: Refiro-me ao Altis da Rua Castilho, no quateirão entyre os cruzamentos com a Braancamp e a Barata Salgueiro. Não muito longe do edifício Heron Castilho, para os menos habituados à geografia política lisboeta ;) .

Ressimplex

Vão ficando visíveis as atrocidades deste ressimplex.

Historinha, historinha, da calcinha vermelhinha, sapatinho inglês -
queres que te conte outra vez?

Historinha, historinha, da calcinha vermelhinha, sapatinho inglês -
queres que te conte outra vez?

Um dia destes contar-se-ão as histórias, histórias de mágicos produtores de "avaliadores", de íntimos amigos que em espantosas interações se promovem à excelência, histórias de fantasia que só não conseguirão espantar quem já viu porquitos a andar de bicicleta.

Contactos úteis

Aqui ficam ligações para alguns blogues com informações e textos que merecem leitura.

A educação do meu umbigo

profavaliação

moup

Destes poderão partir para muitos outros ativos e atentos ao que se vai passando.

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Os "objetivos"

Dos 69 Agrupamentos/Escolas aqui completamente apurados, resulta:
Total de Professores que entregaram os OI: 4043 professores
Total de Professores que não entregaram os OI: 5142 professores

Agrupamento Abel Varzim: Entregaram - 70 professores; Não entregaram - 50 professores.

Agrupamento de Escolas da Abelheira - Viana do Castelo: Entregaram - 90 professores; Não entregaram - 50 professores.

Agrupamento de Escolas de Álvaro Velho - Barreiro: Entregaram - 118 professores; Não entregaram - 32 professores.

Agrupamento de Escolas de Aveiro: Entregaram - 38 professores; Não entregaram - 150 professores.

Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim: Entregaram – 30 professores; Não entregaram - 90 professores

Agrupamento de Escolas de Carrazeda de Ansiães: Entregaram - 0 (zero) professores; Não entregaram - 105 professores.

Agrupamento de Escolas de Eixo – Aveiro: Entregaram - 40 professores; Não entregaram - 50 professores.

Agrupamento de Escolas de Gondifelos - Vila Nova de Famalicão: Entregaram - 36 professores; Não entregaram - 24 professores.

Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto: Entregaram - 30 professores; Não entregaram - 120 professores.

Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul: Entregaram - 32 professores; Não entregaram - 73 professores.

Agrupamento de Escolas de Sacavém e do Prior Velho: Entregaram - 99 professores; Não entregaram - 41 professores .

Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião - Vila Real: Entregaram - 13 professores; Não entregaram - 79 professores.

Agrupamento de Escolas da Sequeira - Guarda: Entregaram 0 (zero) professores; Não entregaram - 101 professores.

Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar: Entregaram - 63 professores; Não entregaram - 106 professores.

Agrupamento de Escolas de Vizela: Entregaram - 13 professores; Não entregaram - 107 professores.

Agrupamento de Escolas Diogo Cão - Vila Real: Entregaram – 40 professores; Não entregaram - 239 professores.

Agrupamento de Escolas Galopim de Carvalho: Entregaram - 65 professores; Não entregaram - 59 professores.

Agrupamento de Escolas João de Deus: Entregaram – 69 professores; Não entregaram: 12 professores

Agrupamento de Escolas José Cardoso Pires – Amadora: Entregaram - 94 professores; Não entregaram - 36 professores.

Agrupamento de Escolas Monsenhor Jerónimo de Amaral - Vila Real: Entregaram - 51 professores; Não entregaram - 156 professores.

Agrupamento de Escolas Pintor José de Brito – Portuzelo - Viana do Castelo: Entregaram - 54 professores; Não entregaram - 106 professores.

Agrupamento de Escolas Ribeiro Sanches - Penamacor: Entregaram - 5 professores; Não entregaram - 79 professores.

Agrupamento de Escolas Roque Gameiro - Amadora: Entregaram - 114 professores; Não entregaram - 52 professores.

Agrupamento de Escolas Trigal Santa Maria: Entregaram – 51 professores; Não entregaram - 62 professores.

Agrupamento de Santo António - Barreiro: Entregaram - 90 professores; Não entregaram – 50 professores.

Agrupamento Maria Pais Ribeiro - Vila do Conde: Entregaram - 61 professores; Não entregaram - 116 professores.

Agrupamento Professor Agostinho da Silva - Casal de Cambra: Entregaram: 140 professores; Não entregaram - 30 professores.

Agrupamento Vertical Afonso Betote - Vila do Conde: Entregaram – 94 professores; Não entregaram - 196 professores

Agrupamento Vertical de Escolas de Abação – Guimarães: Entregaram - 104 professores; Não entregaram: 3 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Macedo de Cavaleiros: Entregaram: 160 professores; Não entregaram - 70 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Pedras Salgadas - Vila Real: Entregaram - 24 professores; Não entregaram - 33 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de S. Teotónio – Odemira: Entregaram - 37 professores; Não entregaram - 25 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Sabrosa - Vila Real: Entregaram - 9 professores; Não entregaram - 96 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Santa Marinha - Vila Nova de Gaia: Entregaram - 78 professores; Não entregaram - 62 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Torre de Moncorvo: Entregaram - 105 professores; Não entregaram - 19 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas de Vidago – Chaves: Entregaram - 30 professores; Não entregaram - 37 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas Maria Pais Ribeiro - em Vila do Conde: Entregaram - 61 professores; Não entregaram - 116 professores.

Agrupamento Vertical de Escolas Nadir Afonso – Chaves: Entregaram - 45 professores; Não entregaram os OI: 137 professores.

Agrupamento Vertical Professora Diamantina Negrão - Brejos – Montechoro: 80% dos professores não entregou os OI (aguardamos dados sobre o número de professores).

Escola Secundária André de Gouveia – Évora: Entregaram - 25 professores; Não entregaram - 30 professores.

Escola Secundária c/ 3º Ciclo Diogo de Gouveia – Beja: Entregaram - 73 professores; Não entregaram - 23 professores.

Escola Secundária c/ 3º CEB de Cristina Torres - Figueira da Foz: Entregaram - 13 professores; Não entregaram - 70 professores.

Escola Secundária c/ 3º Ciclo D. Manuel I – Beja: (Aguardamos os dados relativos ao número dos professores que entregaram); Não entregaram - 5 professores.

Escola Secundária C/3º CEB Gil Eanes – Lagos: Entregaram - 91 professores; Não entregaram - 14 professores.

Escola Secundária Camilo Castelo Branco - Vila Real: Entregaram - 27 professores; Não entregaram -153 professores.

Escola Secundária D. João II - Setúbal: Entregaram - 45 professores; Não entregaram - 70 professores.

Escola Secundária D. Maria II – Braga: Entregaram - 47 professores; Não entregaram - 66 professores.

Escola Secundária da Amadora: Entregaram - 115 professores; Não entregaram - 44 professores.

Escola Secundária da Gafanha da Nazaré: Entregaram: 106professores; Não entregaram - 11 professores.

Escola Secundária da Ramada: Entregaram - 64 professores; Não entregaram - 70 professores.

Escola Secundária da Trofa: Entregaram - 80 professores; Não entregaram - 140 professores.

Escola Secundária de Maximinos – Braga: Entregaram - 48 professores; Não entregaram - 83 professores.

Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real: Entregaram - 28 professores; Não entregaram - 85 professores.

Escola Secundária de Santa Maria - Sintra: Entregaram - 63 professores; Não entregaram - 145 professores.

Escola Secundária de Vergílio Ferreira – Lisboa: Entregaram - 60 professores; Não entregaram - 59 professores.

Escola Secundária do Cartaxo: Entregaram - 124 professores; Não entregaram - 8 professores.

Escola Secundária dos Carvalhos: Entregaram - 39 professores; Não entregaram - 78 professores.

Escola Secundária Dr. João Araújo Correia – Régua: Entregaram - 36 professores; Não entregaram - 85 professores.

Escola Secundária Dr. Júlio Martins – Chaves: Entregaram - 22 professores; Não entregaram - 68 professores.

Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves - Odemira: Entregaram - 10 professores (dos quais 8 contratados); Não entregaram 48 - professores (dos quais 2 contratados).

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida - Espinho: Entregaram - 23 professores; Não entregaram - 131 professores.

Escola Secundária Eça de Queirós - Póvoa de Varzim: Entregaram - 2 professores; Não entregaram - 115 professores.

Escola Secundária Fernando Lopes-Graça – Parede: Entregaram - 122 professores; Não entregaram - 18 professores.

Escola Secundária Ibn Mucana - Alcabideche - Cascais: Entregaram - 100 professores; Não entregaram: 10 professores.

Escola Secundária Jaime de Magalhães Lima - Esgueira - Aveiro: Entregaram - 19 professores; Não entregaram - 138 professores.

Escola Secundária Madeira Torres - Torres Vedras: Nenhum professor entregou os OI (aguardamos que nos seja remetido o número total de professores da escola).

Escola Secundária Morgado de Mateus - Vila Real: Entregaram - 25 professores; Não entregaram - 75 professores.

Escola Secundária/3 Abade de Baçal - Bragança: Entregaram - 13 professores; Não entregaram - 85 professores.

Escola Secundária/3 de Mirandela: Entregaram - 74 professores; Não entregaram - 66 professores.

Escola Secundária/3 Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves - Valadares: Entregaram - 136 professores; Não entregaram - 36 professores.

Escola Secundária/3 Inês de Castro - Gaia: Entregaram – 139 professores; Não entregaram: 31 professores.

Escola Secundária/3 José Régio - Vila do Conde: Entregaram - 21 professores (17 dos quais contratados); Não entregaram - 118 professores.

(dados de ontem)

MUP

http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Vasco Graça Moura no DN

Vale a pena conhecer a Deborah

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Congelamentos

Um senhor, o Joe, compra ações dum banco (BCP) com empréstimo da Caixa Geral de Depósitos. As ações descambam. Que diabo, pagar o empréstimo é uma chatice! Então a prestimosa Caixa, por onde até há pouco os funcionários públicos recebiam obrigatoriamente os vencimentos, congelou o pagamento do empréstimo por cinco anos. Durante cinco anos o senhor Joe não pagará nada e daqui a cinco anos ver-se-á. Foi um belíssimo negócio para o Joe.

Merece uma estátua, não por ser comendador, não por ser cessionário do Centro Cultural de Belém, mas por ter aberto este caminho de congelamento de dívidas que este banco público concederá por certo a tantos concidadãos atrapalhados com as prestações dos empréstimos para compra de casas agora desvalorizadas.

'bora à Caixa!

'bora a requerer congelamentos!